terça-feira, 3 de julho de 2012

Meu mais recente artigo para o jornal O Povo


ARTIGO 03/07/2012

Consumidor exigente, candidato de qualidade


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Vêm sendo fácil acompanhar as melhorias da população em quesitos como renda e empregabilidade. As classes mais baixas estão podendo comprar cada vez mais, mediante acesso ao crédito e as escolhas pluralizadas. Sim, tudo isto é fato, mas qual a relação do poder de compra dos brasileiros de classes como C e D com as eleições deste ano?

O que acontece com alguém que pode pagar por mais qualidade? Bom, dentre outras mudanças o consumidor passa a ser mais exigente em aspectos como atendimento personalizado, garantias de reposição, formas de pagamentos e outros fatores ligados à satisfação. Basta dar uma volta em qualquer bairro da periferia para constatar: o cliente de classes historicamente menos favorecidas anda mais exigente. Salões de beleza, por exemplo, continuam sendo abertos em garagens de casas, porém, agora com arcondicionado e com pagamentos no cartão. O que é isso senão uma mudança na preferência? E é aí que entra a relação: o consumidor – leia-se também, eleitor– quer sim, um candidato melhor, assim como um bem ou serviço melhor.

Ora, se eu como consumidor venho me tornando cada vez mais exigente quanto à qualidade de tudo o que o mercado de bens me oferta; se eu quero um vendedor que me atenda bem; se eu exijo um produto de qualidade e um serviço na medida certa de minhas expectativas, e, ainda, se eu sei que posso exigir tudo isso pelo simples fato de que posso pagar o preço que me cobram, por que, com tanto poder em minhas mãos – e bolso!– devo aceitar uma campanha sem qualidade?

Se exijo como consumidor, passo a exigir como eleitor, na mesma medida. A mudança comportamental envolve-nos como um todo, não em parte. Na lógica do consumo, não vou aceitar um candidato “mais ou menos”, numa campanha “mais ou menos”, com propostas e discursos idem.

Se os políticos e partidos continuarem apostando em candidatos sem conteúdos e militantes que só sabem panfletar santinhos, as urnas trarão surpresas. É o novo consumidor brasileiro alimentando o novo eleitor.

Danilo Amaral
daniloamaraljornalista@gmail.com
Jornalista e especialista em Marketing Eleitoral e Político

Consumidor exigente, candidato de qualidade | Opinião | O POVO Online

Consumidor exigente, candidato de qualidade | Opinião | O POVO Online

terça-feira, 19 de junho de 2012

quarta-feira, 13 de junho de 2012


Sustentabilidade e endomarketing: tudo começa de dentro para fora

A sustentabilidade da sua empresa acontece de dentro para fora?Em tempos de Rio+20, sustentabilidade  é o assunto da semana. Muitas empresas estão desde o mês passado surfando nessa onda de sustentabilidade e colhendo frutos. Algumas são sinceras e estão apenas mostrando que estão antenadas com a responsabilidade que o novo tipo de consumidor exige; outras maquiam algumas coisas para se fingir de sustentáveis. Colocam uma bela capa para embelezar o exterior, sem lembrar que sustentabilidade começa no interior da organização.

Sustentável, de dentro pra fora

Empresas que se apresentam como organizações sustentáveis apenas por mostrarem fotos dos funcionários plantando mudas de árvores em quase extinção ou dizendo que separam o material reciclável são as “sustentáveis de fachada“. Uma empresa realmente ligada na sustentabilidade sabe que as pessoas são a mola mestra nesse processo todo e que qualquer ação sustentável começa com elas.
Quando falo de ações sustentáveis com pessoas não estou me referindo a dizer que quem for o último a sair da sala, apague a luz. Esses pontos básicos e simples todo mundo deve saber. A questão maior é a integração da empresa com as pessoas que lá atuam dentro de uma relação justa, harmoniosa e sustentável para ambas as partes, equilibradamente.

Como assim?

Uma grande parte das empresas firma seu relacionamento com seus funcionários apenas e exclusivamente no compromisso da troca do trabalho deles pelo dinheiro e benefícios dela. Esse é o básico da relação de trabalho e era suficiente em outras épocas. A pressão constante pelos lucros fazia essa balança pender para o lado da empresa, exigindo do funcionário bem mais do que pagava a ele. Pela falta de empregos, o empregado se submetia ao empregador e se permitia ser explorado além do que era justo. Mesmo isso sendo socialmente aceitável tempos atrás, ainda se pratica hoje em dia por organizações onde o lucro é maior que a relação humana.
Tempos mudam e agora tanto colaboradores quanto clientes estranham empresas que não valorizam quem faz parte dela. O endomarketing, o chamado marketing interno, é o processo usado para reverter esse tipo de clima ruim e tornar a empresa mais sustentável e modernizada em seu modo de gestão. O endomarketing vai cuidar de “vender” a empresa para seus clientes internos, conquistando-os e tornando-os parte dos valores da organização.
Quando os colaboradores estão integrados com a empresa, e esta com eles também, então a base está formada para só então a empresa se tornar realmente sustentável. Treinar constantemente os funcionários e dar condições para que eles desempenhem suas atividades da melhor forma trás o funcionário para dar suas energias dentro desse processo; sincronizar as expectativas da empresa com a dos empregados leva a empresa até eles. Estando organização e colaboradores alinhados e harmonizados em seus objetivos, tudo que for de sustentável que a empresa queira apresentar ao público externo será realmente sincero e válido, duradouro e eficaz.
Sua empresa é sustentável de dentro para fora ou apenas de fachada?


Veja o original em: http://www.pontomarketing.com/sustentabilidade/sustentabilidade-e-endomarketing-tudo-comeca-de-dentro-para-fora/#ixzz1xjFi6fTB 

terça-feira, 5 de junho de 2012

Mídias sociais reforçam campanhas | Economia | O POVO Online

ELEIÇÕES 05/06/2012

Mídias sociais reforçam campanhas

Mídias sociais reforçam campanhas e focam em novos públicos. De acordo com especialistas as pessoas estão mais exigente e as mídias devem tratar o material de campanha de forma focada em públicos específicos
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É impossível negar que as mídias sociais assumem um papel importante nas campanhas eleitorais. Mas elas vieram para agregar as ações feitas nos meios convencionais como jornais e televisão. De acordo com especialistas, o fortalecimento desses espaços não muda tanto as práticas. Apenas precisam ser trabalhados de forma diferenciada e para públicos “selecionados”, e assim a relação com o político pode ficar mais próxima. Outra consideração é de que o público está cada vez mais exigente e o material veiculado pelas mídias sociais deve ganhar também na qualidade.

Uma questão vem à tona: como utilizar as ferramentas oferecidas? Para o especialista em Marketing Eleitoral Político, Danilo Amaral, nunca um vídeo veiculado na televisão pode ser passado igual na internet, por exemplo. E outra, na internet há a possibilidade do candidato jogar uma ideia e focar no público que tenha afinidade com o tema.

“Se eu gravo um vídeo, tem que ser curto e objetivo, ter uma plástica legal e usar uma linguagem próxima da internet. Eu tenho que fisgar essa pessoa de uma forma objetiva, com link diferente para uma fotografia”, diz Amaral. Na avaliação dele, as redes sociais são feitas muito mais para ouvir do que falar, no caso dos candidatos é preciso cuidado no que pode ser postado.

Já a diretora da agência de publicidade Acesso e presidente do Sindicato das Agências de Propaganda do Ceará (Sinapro-CE), Ana Celina Bueno, avalia que os próprios candidatos devem trabalhar melhor com as mídias sociais. “Na realidade, o que a gente vê hoje é que os candidatos postam muitas ações do dia a dia. Não usam as mídias como espaço de discussão. Eles não entenderam que esse espaço é de disseminar ideia, buscar subsídios mais profissionais”, critica Bueno.

No entanto, para Bueno, com a força que as mídias sociais têm, especialmente no Brasil, indiscutivelmente o acesso a uma campanha de massa não ficou restrito somente aos majoritários de cada partido, que tem acesso aos horários de rádio e televisão. “Havendo um bom gerenciamento das ferramentas, no que diz respeito à geração de conteúdo e adequação das estratégias ao meio, pode gerar um impacto de massa. É a mídias mais democrática”, avalia

Conforme Bueno, as mídias são mais transparentes e têm muita verdade. “O principal impacto é o feedback que se pode ter de imediato, com a possibilidade de mensurar o perfil das pessoas, por exemplo. É uma tribuna livre, porém deve ser ocupada com muita responsabilidade”. As mudanças,segundo ele, são de formato e rapidez. “Entre o MSN e o Orkut e as febres da atualidade com Facebook, Twitter e Instagran, muda o formato do conteúdo, a praticidade de acompanhamento de imagem e som, e a facilidade de retorno.”

O quê

ENTENDA A NOTÍCIA

As campanhas eleitorais contam com várias estratégias para captar eleitores. Com as ferramentas online, o eleitor acaba participando mais ativamente dos debates e assumem novas posturas.

Saiba mais 

Só a partir de seis de julho pode haver manifestações/propagandas eleitorais.

Pela lei, a propaganda antecipada pode gerar uma multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil. (Parágrafo 4, artigo 1º, resolução Nº 23.370)

São aplicadas multas de R$ 5 mil a R$ 30 mil para quem usa o anonimato na internet para fazer propaganda negativa. (artigo 25 da resolução 23.370).

Na internet,é proibida a veiculação e propaganda eleitoral paga e também a propaganda nos sites de pessoa jurídica com ou sem sem fins lucrativos, e ainda em sites oficiais. (Multa de R$ 5 a R$ 30 mil para o responsável).

Marketing eleitoral é o conjunto de ações objetivando mostrar ao eleitor que as propostas do candidato são as melhores para resolver os problemas que o eleitor apresenta como prioritários.

A empresa não pode denegrir o candidato, caluniar e fazer propaganda negativa de outros concorrentes. Também não pode prometer ao eleitor aquilo que o candidato não vai cumprir.

Uma empresa quando inicia o trabalho faz a pesquisa qualitativa para detectar as necessidades e prioridades dos eleitores.

Fonte: Djalma Pinto, advogado especialista em direito eleitoral.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Boa notícia!!


70% dos brasileiros podem pagar mais por produto sustentável

Pesquisa do Ibope aponta também a disposição das pessoas em mudarem o estilo de vida para beneficiar o meio ambiente, embora menos de um terço nao recicle seus produtos

Por Redação, do Mundo do Marketing | 01/06/2012

pauta@mundodomarketing.com.br

Pesquisa do Ibope indica que 70% dos brasileiros dizem estar dispostos a pagar mais por um produto saudável para o meio ambiente ou mesmo dispostos a mudar o estilo de vida para beneficiar o planeta (61%). O estudo ouviu 10.368 pessoas entre julho de 2011 e fevereiro de 2012 nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Brasília, de ambos os sexos, pertencentes às classes AB, C e DE com idades entre 12 e 75 anos.

O instituto de pesquisa mapeou diversas questões referentes à sustentabilidade e apontou que apenas 26% dos brasileiros reciclam frequentemente, embora 86% concordarem que isso é dever de todos. O Ibope mostra ainda uma concentração maior de “recicladores” entre as pessoas de 35 a 75 anos e a reutilização de materiais mais evidente entre aqueles de 20 a 24 anos.

domingo, 27 de maio de 2012


A precocidade de um artista: desenho a mão livre do meu filho, de 7 anos. O falcão em dois momentos, planando e atacando!


quinta-feira, 24 de maio de 2012

E o Nordeste está bem, obrigado!


Franchising no Nordeste cresce acima da média e atrai empresas

Enquanto no país o setor cresceu 15% nos últimos três anos, na região a soma alcançou 32% no mesmo período. Hoje, 10% das franquias brasileiras estão no Nordeste

Por Leticia Muniz, do Mundo do Marketing | 23/05/2012

leticia.muniz@mundodomarketing.com.br

franquias,nordeste,habibs,showcolate,boticario,abf,bobsO Nordeste vem se mostrando uma área promissora do Brasil e com grande potencial de negócio quando o assunto é franchinsing. Enquanto no restante do país o setor cresceu 15% nos últimos três anos, na região, este desenvolvimento alcançou o índice de 32% no mesmo período, segundo informações da Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Somente o mercado nordestino chegou à marca de R$ 2,5 bilhões em faturamento em 2011 e a expectativa é de um crescimento de 11,5% para 2012. Hoje, a região concentra mais de três mil lojas franqueadas, que foram responsáveis pela criação de 32 mil novos postos de trabalho no ano passado e abriga 10% das franquias brasileiras.
O aquecimento e o amadurecimento do Nordeste têm aumentado a procura das marcas pela região, que ganha a preferência de empresas como a Showcolate. A rede especializada em fondues de chocolate paralisou a implantação de lojas nos Estados Unidos para focar seus investimentos em cidades como Salvador, Teresina e Itabuna.
“O Nordeste atravessa hoje uma fase muito boa, com um enorme potencial de crescimento. É uma região favorável por se tratar de um mercado maduro, que investe em marcas, mas que ainda é pouco explorado. Hoje, acreditamos mais nessa região que nos Estados Unidos, por exemplo”, explica o Diretor da Showcolate, Wallace Tonon em entrevista ao Mundo do Marketing.
Customização de produtos
Para agradar o público local e incrementar as vendas, a marca aposta na customização, incluindo no seu cardápio as frutas típicas de cada região, como o cupuaçu. “A adaptação de produtos não é uma característica das franquias, mas nosso negócio permite isso. Pelo menos 10% do nosso cardápio é regionalizado”, completa Tonon.
Já a rede de lanchonetes Habib’s não ajusta seu cardápio de acordo com a região, mas percebe diferenças entre o que é consumido no Sudeste e no Nordeste. “Em Fortaleza, por exemplo, há um consumo maior dos pratos árabes. Acreditamos que uma colônia árabe existente no local seja a responsável por esta particularidade”, diz João Penna, Diretor de Expansão do Habib’s, em entrevista ao portal.
Outra marca que investe pesado no Nordeste é o Bob’s. A rede de lanchonetes possui hoje 130 lojas na região, com 20% do seu plano de expansão voltado para essa área do país. “Nossa previsão é abrir 200 pontos de venda em 2012 e pretendemos manter esse plano pelos próximos quatro anos, com essa média de abertura. Para esse ano, destes 200 pontos, 20 serão abertos no Nordeste”, afirma Marcelo Ferrel, Diretor de Marca do Bob’s ao Mundo do Marketing.
A rede aposta no variado mix de produtos, com sanduíches e gelados, para conseguir uma grande margem de aceitação na região. Além disso, há um amplo leque de tipos de pontos de venda, que permite às franquias não encontrarem problemas com imóveis para a implantação. O Bob’s disponibiliza aos franqueados desde quiosques até lojas Drive-Thru, com 500 metros quadrados.
Aumento no potencial de compra
O crescimento econômico e a migração de classes são os principais fatores apontados pelas franquias como responsáveis pelo interesse do mercado atual no Nordeste. Hoje, o PIB dos estados nordestinos é maior que a média brasileira, segundo dados da ABF.
”Essa ascensão de classes é uma realidade no Brasil como um todo, mas está mais acentuada no Nordeste atualmente. Os dois setores que têm tido mais procura são de alimentação e saúde e beleza, indicativos muito claros do aumento do poder aquisitivo”, completa o Marcus Rizzo, Consultor de Franquias e Diretor da Rizzo Franchise, em entrevista ao Mundo do Marketing.
O Habib’s possui 10 lojas na região e o objetivo é abrir pelo menos mais três até o fim do ano. Uma das maiores unidades da marca está no Ceará e foi aberta em dezembro de 2011. “Estamos no Nordeste há mais de 10 anos. É uma região com grande potencial, onde as pessoas querem uma alimentação boa, de qualidade, a um preço extremamente razoável. Este é o perfil dos brasileiros nas classes C e D”, afirma o Diretor de Expansão do Habib’s.
franquias,nordeste,habibs,showcolate,boticario,abf,bobsCustos de logística
A logística é uma questão importante a ser pensada pelas marcas que pretendem expandir sua atuação para o Nordeste. A distância dos grandes centros distribuidores, como Rio de Janeiro e São Paulo, pode tornar a operação mais onerosa. Para contornar a questão, o Habib’s investe em centros de produção locais.
“Em cada um desses pontos existe uma central de produção, então o produto é fabricado no local. Esse custo de logística para o franqueado praticamente não existe, porque ele vai buscar o que precisa na central de Fortaleza, por exemplo”, explica João Penna.
O Boticário também tem voltado seus olhos para o Nordeste do Brasil. A marca pretende abrir pelo menos 70 novas lojas em 2012 na região, o que representa um crescimento significativo em relação a 2011, quando foram inaugurados 45 pontos de venda.
A rede de clínicas de estética corporal e facial Onodera já possui duas unidades franqueadas nas cidades de Salvador e Aracaju e, para 2012, o seu plano de expansão prevê inaugurações nos estado de Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí.
Financiamento
Visando o desenvolvimento cada vez maior, o Banco do Nordeste disponibiliza linhas de crédito para franquias, que podem cobrir até 100% do investimento, com juros de 5,06% ao ano e até quatro anos de carência, sem que o investidor tenha que pagar nada além dos juros nesse período.
Para garantir o sucesso nos investimentos, especialistas recomendam que as franquias mantenham o mesmo padrão nos seus produtos, independente da região do país onde estejam sendo implementadas.
“È importante garantir o mesmo padrão, porque é isso que faz com que o público local busque esse tipo de produto. Ele sabe que, independente de onde for, vai sempre receber o mesmo produto e com o mesmo padrão”, diz o consultor Marcus Rizzo, em entrevista ao Mundo do Marketing.

sexta-feira, 4 de maio de 2012



Texto motivacional – A árvore dos problemas
Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.
O pneu do seu carro furou, a serra elétrica quebrou, cortou o dedo, e ao final do dia o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa.
Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.
Quando chegaram à sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam caminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.
Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou:
- Por que você tocou na planta antes de entrar em casa?
O carpinteiro respondeu:
- Ah! Esta é a minha Árvore dos Problemas. Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte; e você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.

PRIMEIRO PROGRAMA EM DIA COM FORTALEZA.wmv

Ótima oportunidade e satisfação em falar sobre motivação e autoconhecimento para educadores físicos de todo Ceará, ligados ao SESC.













quarta-feira, 2 de maio de 2012



Texto motivacional – O cão e o açougueiro
Um açougueiro estava trabalhando em sua loja e de repente um cachorro entrou para dentro dela.
Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.
Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
- Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor.
Assinado… Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada.
Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta.
Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.
Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
- Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!
A pessoa respondeu:
- Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!
Moral da História:
Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado.
Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:
Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
Quem conhece os outros é inteligente.
Quem conhece a si mesmo é iluminado.
Quem vence os outros é forte.
Quem vence a si mesmo é invencível!!!

terça-feira, 24 de abril de 2012


Apesar de o Brasil ser sempre lembrado como uma terra de empreendedores, nem todos possuem as características para seguir tal caminho. A prova disso é o número de empresas abertas e fechadas em seguida por inabilidade na gestão. Mas, segundo informações recentes do Sebrae, cerca de 73% das empresas abertas estão conseguindo permanecer assim após os dois primeiros anos de vida. Levando-se em conta que são montados mais de 1 milhão de empreendimentos formais por ano, 270 mil deles ainda morrem no meio do caminho. Estamos diante de números bem significativos para a economia do país, afinal 99% são micro e pequenas empresas, o setor que mais emprega por aqui: de cada 100 vagas, 86 estão nos pequenos negócios.
Mas, será que posso ser um empreendedor? Bom, a pergunta é pertinente, mas não devemos começar com ela, e sim com esta aqui: Será que tenho as características para ser um empreendedor? Ser empreendedor não é apenas ter uma idéia genial, então vejamos quais características são encontradas naqueles que encaram a abertura de um negócio só seu:
  • Criatividade;
  • Ser organizado e saber trabalhar o planejamento;
  • Ter a capacidade de liderar e gerenciar pessoas, começando consigo;
  • Saber delegar funções;
  • Conhecer o máximo da área em que vai atuar, e gostar dela;
  • Assumir alguns riscos;
  • Ser curioso a respeito das inovações pertinentes ao seu negócio;
  • Saber se comunicar bem, em todos os âmbitos: do meio virtual ao verbal.
Encaixou-se na maioria das características acima? Se sim ou não, mesmo que não esteja certo de algumas delas saiba que é possível você se preparar através de cursos, leituras, pesquisas, palestras e oficinas. Existe um mundo de oportunidades para quem deseja melhor o seu lado empreendedor.
É bom sempre lembrar que quanto mais você está preparado técnica, mental e espiritualmente para enfrentar o concorrido mercado, mais chance terás de seu negócio estar incluso, ao final de dois, na pesquisa daquelas empresas que sobreviveram – e bem! – aos primeiros anos.
Sobre o autor: Danilo Amaral é Jornalista com pós-graduações em Gestão e Marketing Político, palestrante nas áreas de automotivação e comunicação pessoal e corporativa.


Veja o original em: http://www.pontomarketing.com/micro-e-pequenas-empresas/empreendedor-sera-que-posso-ser-um/#ixzz1sxuO0IFj 
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terça-feira, 10 de abril de 2012

Nas ondas do rádio!

Entrevista na Rádio Uirapuru AM 760 e Rede Aleluia FM 99,9. No programa "Bom Dia Ceará", apresentação pastor Gelson Ferraz. Falando de empreendedorismo e gestão, novo curso ministrado pelo jornalista Danilo Amaral.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Erros&Sucesso


“Nenhum homem jamais se tornou grande, ou bom, exceto depois de cometer muitos e grandes erros.”
William E. Gladstone, ex-primeiro ministro da Grã-Bretanha

“Nunca perdemos nada ao aprender; sempre ganhamos algumas coisa. A razão pela qual eu sei tanto é ter cometidotantos erros.”
Buckminster Fuller, matemático e filósofo que nunca se formou mas recebeu 46 doutorados honorários