quarta-feira, 7 de março de 2012


Texto motivacional – O país dos sapatos
Era uma vez uma industria de calçados de um país, quedesenvolveu um projeto de exportação de sapatos para um outro país muito distante.
Em seguida, mandou dois de seus observadores a pontos diferentesdo país distante, para fazer as primeiras observações do potencialdaquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos observadores enviou a seguinte mensagem para a direção daindustria:
- Senhores, CANCELEM o projeto da exportação de sapatos, pois neste país ninguém tem o hábito de usar sapatos!
Sem saber deste comunicado, alguns dias depois o outro observador enviou a seguinte mensagempara a direção da industria:
- Senhores, TRIPLIQUEM o projeto da exportação de sapatos, pois neste país, ninguém tem o hábito de usar sapatos!
A MESMA SITUAÇÃO ERA UM TREMENDO OBSTÁCULO PARA UM DOS OBSERVADORES E UMA FANTÁSTICA OPORTUNIDADE PARA O OUTRO…
Autor desconhecido

terça-feira, 6 de março de 2012


RECLAMAÇÃO NAS REDES SOCIAIS: UM CUIDADO
PARA AS EMPRESAS

Reclamação é algo complicado de engolir na vida pessoal que dirá na vida profissional. Mas, a coisa se torna complicada ao extremo quando é uma empresa que recebe reclamação do cliente diante de um serviço ou produto ruim. A imagem do negócio fica abalada e é bom que o responsável pela comunicação e pelo SAC estejam a postos para debelar o “incêndio institucional”. Imagine se toda essa confusão acontece em meio as Redes Sociais, como Facebook ou Twitter? Aí é que o caldo entorna mesmo, pelo acesso de muitos e a velocidade das informações que transitam por elas.

Bom, claro que sem resposta é que o cliente não pode ficar. Até por que, como já disse, as informações viajam em alta velocidade e o estrago é maior. Assim, como a crítica ao produto ou serviço é vista por muitos, por meio das ”curtições” e compartilhamento, caso do Face e “retwiitagem”, caso do Twitter, as respostas da empresa para o cliente desapontado também passa pelo mesmo processo e ritmo. É bom ficar de olhos bem abertos e ter sempre alguém responsável pelas Redes Sociais, caso sua empresa esteja nelas.

Uma dica: acontecendo alguma reclamação – nenhuma empresa no mundo está livre disso – mantenha a entrega de um “prêmio” como praxe para o reclamante. Agora, não deixe de jeito nenhum que este ato pareça como algo do tipo “cala boca”. Deixe claro que aquela atitude de premiação é única e exclusivamente uma forma de agradecer pela participação do cliente que colabora na melhoria dos serviços e dos produtos da empresa. Que a participação dele ajuda e muito a identificar as deficiências do negócio e que, a partir disso, os serviços e produtos ganharão investimentos e atenção maiores, evitando assim novos problemas para outros clientes. Então, o reclamante deixa de ter este papel e passa a ser um colaborador mais atento que a maioria, alguém mais antenado e proativo. Todos gostariam de receber tais elogios e ser identificados assim.

Pense nisso.

sábado, 3 de março de 2012

A ARTE DA DÚVIDA: "NÃO MATARÁS."


No Pentateuco, durante a subida e descida de Moisés ao monte Sinai, o povo judeu se depara com as Tábuas dos Dez Mandamentos. Entre eles, o artigo “Não Matarás”. Apesar de ser um acontecimento isolado, ou seja, oriundo de um povo – judeus – e numa determinada região – Oriente Próximo – tal mandamento permeia todas as culturas humanas que aspiram a civilidade. Tirar a vida de alguém, sujar as mãos de sangue não passa pela cabeça da imensa maioria dos mortais. Que bom que assim seja. Porém, o “matar” vai além, segundo as Escrituras do Novo Testamento.
 Quem, dentre nós, nunca desejou eliminar alguém da face da Terra? Digo isso tomando por base nossas fraquezas e limites emocionais e racionais. Quando encontramos um adversário que encaramos como perigoso, de alguma forma, a nossa manutenção física, de sobrevivência – nossa e de nossa família – ou de idéias, quantas vezes não desejamos, por uma fração de segundo a penas, que ele ou ela não existissem? Acredito que isso é mais comum em nossa vida do que imaginamos. Simplesmente não identificamos o fato por estarmos envolvido, de alguma forma, emocionalmente na situação e não enxergamos nosso instinto de destruição do adversário. A eliminação do outro não significa apenas física. É certo que quase ninguém imagina sujar suas mãos de sangue para se ver livre de alguém, mas a própria vontade disto, de forma sutil, também faz parte da proibição do “não matarás” bíblico. Assim, nos ensina Jesus em inúmeras passagens, como por exemplo, em Mateus 5, 20-26. Lá, está claro que também é levado em conta, conforme a filosofia cristã, os pensamentos ações (ira, destruição de patrimônio, violência física e psicológica, falso testemunho, fofocas etc.) que antecedem um possível desejo de eliminação material do próximo.
 No gerenciamento de nossas emoções e de nossas razões é importante não negar este fato na dualidade homem-animal. Mais importante é abrir janelas que iluminem nossa percepção através de questionamentos de nós para nós mesmos, colocando nossa mente em xeque: por que não perdoar, não amar em vez de eliminar, destruir, matar? Pois assim, através da arte da dúvida poderemos concluir que a convivência com o outro é de fundamental necessidade para nosso próprio crescimento espiritual e emocional.

D.A

domingo, 12 de fevereiro de 2012


UM LAMENTO IANQUE

Como é triste acompanhar a destruição dos grandes artistas estadunidenses.

Aquele país produz canções e melodias de forma maravilhosa. Sempre tiveram muito talento para isso. Sempre estudaram para isso. Há gerações – principalmente as mais antigas, a partir dos colonizadores – pianos eram móveis presentes em todas as casas de boas famílias. Assim, só com belos arranjos e composição melódicas puderam ao longo do século XX conquistar as rádios de todo mundo, espalhando sua cultura musical, que é tão rica quanto a brasileira, a única que faz equiparação com a nossa, em todo mundo.

Mas aí vem o “american way of life” e destrói tudo! Como destruiu um dia Elvis, Michael Jackson e, agora, a bela e talentosíssima Whitney Houston. Os três morreram a sós – e olha que não estou citando, Cobain, Hendrix ou Joplin e tantos outros nomes da música ianque. Aliás, Elvis e Whitney foram encontrados assim, mortos, num banheiro. Eles que dominaram palcos imensos.

Nesta gravação, durante a entrega do Grammy Awards (o ano não sei, mas nem interessa), a bela negra mostrou o que podia e sabia fazer com sua voz, dicção e interpretação. Deus confiou isso tudo a ela. E ela morreu no banheiro...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


SERÁ QUE VOCÊ SE DARIA BEM TRABALHANDO EM CASA?

Trabalhar em casa, o chamado home office, é provavelmente o sonho de muitos profissionais. Digo que é mesmo muito interessante não ter que enfrentar diariamente o despertador no comecinho da manhã e – como de costume para muitos – não ter que sair correndo para não se atrasar. Por mais que se queira, poucos se enquadram nesta rotina.

Andei pesquisando sobre esta forma de trabalho no Brasil. Encontrei um dado interessante: segundo IBGE, 23% dos brasileiros trabalharam em casa, em 2010. Bom, tem muita gente apostando neste formato, mas, como já disse trabalhar em meio aos afazeres domésticos não é para todo mundo.

Primeiro, tem que ter muita disciplina, para o mais e para o menos. Não entendeu? Eu explico: assim como em qualquer empresa você tem horário para entrar, almoçar e sair, seu compromisso com o batente deve seguir as mesmas regrinhas trabalhando em casa. Ou seja, se não tomar cuidado, em pouco tempo você estará trabalhando da hora que acorda até a hora de dormir, sem descanso para nada. Aí, realmente não é uma boa.

Agora vamos ao outro extremo. Se você não dá a mínima para o relógio, vai pensar que pode dormir até à hora do almoço e, com isso, não irá cumprir suas metas profissionais daquele dia. Então, a coisa também começa a afundar e você vai querer voltar correndo para o lado do chefe.
           
Há outros pontos que devem ser levados em conta como, por exemplo, a proximidade com os problemas rotineiros da casa, as brincadeiras dos filhos, barulhos, visitas inoportunas, cuidados com o gato, cachorro e papagaio. E por aí vai!

Então, é bom se perguntar: “Tenho o perfil necessário para trabalhar em casa e fazer meus próprios horários? Sou disciplinado e organizado? Se não, é melhor ficar do lado dos colegas e encarar o lado bom disso: depois de um longo dia de trabalho e de cobranças, pelo menos vai ter a turma para dividir aquela cervejinha e churrasquinho na esquina.

Danilo Amaral
Jornalista e Consultor de Marketing

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

COMO CERIMONIALISTA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO

 Evento de posse da nova diretoria e presidência do Partido Republicano Brasileiro, PRB. O encontro contou com a presença do presidente nacional da legenda, além de diversos nomes da política, imprensa e empresariado cearenses.










PALESTRA SOBRE AUTOMOTIVAÇÃO E EXCELÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO

 O encontro foi realizado na sala de aula dos alunos, onde eles aprendem informática e manutenção de computadores. Interessante perceber a presença de meninos e meninas de todas as idades, daqueles que não sabiam nada de informática até aqueles que buscavam uma reciclagem profissional. E foi exatamente sobre isso que fui falar, durante a palestra.


 Na verdade, o encontro, como disse a eles, era mais um momento para provocações do tipo: você se conhece? Em que você é bom? Posso ir além, como uma águia, ou apenas devo ser um resignado com minha vida e com meu mundo? Muitas vezes o ser humano passa anos, décadas lutando e lutando mas nunca chega a se conhecer. Muitas vezes, não fazemos as perguntas certas.
 Finalizamos nosso encontro falando do maior exemplo da humanidade, em termos de mente, espírito e também de gerenciamento de conflitos: Jesus de Nazaré. Ele soube bem o que é vencer todas diversidades do mundo e cumprir Sua missão com excelência.

Obrigado a direção da Ação Pela Vida, APV e parabéns pela formação profissional e cidadã de nosso povo!














segunda-feira, 30 de janeiro de 2012


QUE TAL UMA TEMPESTADE PARA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS NA EMPRESA?

Gerenciar pessoas e problemas, claro, são missões difíceis. Há, porém, uma linha unindo estas duas situações. Muitas, vezes, não há melhor solucionador de problemas do que aquele que vivencia, dia-a-dia, as situações de desafios.

Quem mais sabe sobre o estado da massa do pão que o padeiro? Pois é, por mais competente que seja o gerente da padaria e até o próprio dono, só aquele que põe literalmente a mão na massa é que têm as melhores chances de solucionar problemas naquele setor da panificadora.

Mas, como deve haver uma interação mais perfeita possível entre colaboradores e gerenciadores, uma boa dica é que sejam criadas reuniões também chamadas no mundo da comunicação de brainstormes, ou “tempestades”, aqui no caso, de idéias.

Sim, reúna seu pessoal, solte para eles os problemas pontuais da empresa e deixe-os livres para produzir idéias e sacadas, sem nenhum tipo de censura por parte da direção. Deixe-os seguros de que tudo o que for dito será seriamente analisado. Deixe-os sentirem-se parte do negócio fazendo-se também parte das soluções.

Isso é muito usado em reuniões com o pessoal de publicidade e do marketing. O cérebro, com liberdade de expressão, pode chegar a incontáveis resultados e, por certo, algumas dessas idéias postas à mesa, podem ser usadas para o crescimento de seu negócio e soluções de problemas.

Ah, e não se esqueça de reconhecer e incentivar todos aqueles que participaram desta boa tempestade cerebral. Seus colaboradores com certeza terão uma visão diferente de você e da sua empresa.

D. Amaral

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


Alta do mercado de máquinas no Brasil atrai olhares estrangeiros

Empresa alemã Jungheinrich passa a reforçar investimento no país, aproveitando o boom. Um impedimento para o avanço do setor, no entanto, é a falta de foco na sustentabilidade

Por Fernanda Salem, do Mundo do Marketing | 26/01/2012

fernanda@mundodomarketing.com.br

Amercado,máquinas,empilhadeiras,b2b,Jungheinrich aceleração da economia brasileira atinge mercados que não costumam ser tradicionais no país. É o caso dos equipamentos de movimentação, como empilhadeiras, que tiveramcrescimento surpreendente, chamando a atenção de empresas internacionais, como da alemã Jungheinrich, que aumenta seu foco no Marketing B2B no país. O Brasil, no entanto, ainda tem muito o que avançar para acompanhar as tendências mundiais de sustentabilidade.

O mercado nacional de materiais de manuseio teve um crescimento de 172% de 2009 para 2010, chegando a mais de 20 mil produtos vendidos. Em relação às empilhadeiras, o Brasil está entre os 10 maiores da marca em volume. Apesar do boom, a importância em relação ao resto do mundo ainda é pequena. Em 2011 foram vendidas 20.797 máquinas, o que significa 2% do total mundial. O país líder, China, vendeu 224.018 no ano.

“O mercado do Brasil está tomando fôlego atualmente, vamos acelerar nossos negócios no país nos próximos anos. Não podemos esquecer que haverá as Olimpíadas, que também devem aquecer o mercado”, diz Helmut Limberg, Vice-Presidente e responsável por Marketing e Vendas da Jungheinrich, em coletiva de imprensa realizada esta semana na Suíça. Este ano a empresa celebra 10 anos de atuação no mercado nacional, onde ainda é pequena, mas com grandes ambições.

mercado,máquinas,empilhadeiras,b2b,JungheinrichMercado protecionista
A Jungheinrich, que reúne no Brasil clientes como Sadia, Hypermarcas, Vale e Dia, ainda tem menos de 10% em participação de mercado no país, mas pretende aumentar o índice em médio prazo. Um dos maiores motivos para a lenta expansão é que o Brasil tem a tradição de proteger ativamente os produtores locais e tem diversas restrições em relação a importações de materiais, incluindo uma alta carga tributária. Máquinas usadas, por exemplo, que compõem uma área importante de negócios para a empresa, não podem ser importadas.

Para contornar estes fatores e reforçar sua competitividade, já existe um estudo em andamento na multinacional para realizar uma produção local, com um time escalado para entender o funcionamento do setor brasileiro. Hoje em dia, a empresa atua apenas com mediadores e vendas diretas no Sudeste e Sul. Entre as particularidades do Brasil que o time estudará, uma é expressiva. Enquanto na Europa e nos Estados Unidos se usa mais máquinas elétricas, menos poluentes, no Brasil, os caminhões à combustão ainda representam cerca de 70% do mercado. No ano passado, foram vendidos cerca de 15 mil destes veículos mais poluentes, contra apenas 7 mil dos elétricos.

“No Brasil, os clientes ainda priorizam equipamentos mais econômicos em relação à aquisição e manutenção. É preciso tempo e maturidade do mercado para as empresas começarem a investir em equipamentos mais sofisticados”, diz Markus Grallert, Diretor da Jungheinrich no Brasil. Um fator que agrava esta realidade são as regulamentações brasileiras, ou a falta delas. Não existe uma lei nacional que regulamente o uso de máquinas à combustão em ambientes fechados. Na Europa isto é restrito e em alguns países, como na Alemanha, é proibido, o que fomenta o mercado elétrico, de energias mais limpas.

mercado,máquinas,empilhadeiras,b2b,JungheinrichFalta sustentabilidade no Brasil
Um exemplo desta diferença de realidades é o novo produto da empresa alemã, lançado no fim do ano passado na Europa: uma bateria de lítio para máquinas de movimentação que economiza de 30% a 50% em relação à convencional e tem a vida mais longa. “Apesar da bateria EJE com energia de lítio-íon ser bem mais cara, cada vez mais os clientes a escolhem, principalmente os maiores”, diz Klaus-Dieter Rosenbach, membro do comitê de engenharia da Jungheinrich. Este produto, no entanto, não pode ser vendido no Brasil, porque o país não possui regulamentações para o despejo e a reciclagem da bateria. Devido às restrições europeias, a empresa pretende reduzir em 20% a emissão de gás carbônico até 2020.

A empresa inclusive utiliza a sustentabilidade como benchmarking nos países onde atua e como um dos principais ativos de Marketing. “Nossa liderança é focada no benefício ao consumidor e os clientes cada vez mais prezam o critério de energias limpas e a proteção ao meio ambiente”, diz Limberg. Não se pode dizer o mesmo do Brasil, como de outros países emergentes - ainda. Nacionalmente, os atributos reforçados são a tecnologia e inovação, que também recebem a atenção mundial.

Em 2010, 40% do lucro líquido do grupo foi gasto em pesquisa e desenvolvimento. “Não queremos acabar como a Kodak, por exemplo. Para isso, investimos em tecnologia, e no futuro apresentaremos novidades, como o uso de realidade aumentada, por exemplo”, diz Jan Kaulfuhs-Berger, responsável por Comunicação da Jungheinrich.
*A repórter viajou à Suíça a convite da Jungheinrich.
“Há dois tipos de homens que nunca irão longe. Aqueles que não conseguem fazer o que se manda e aqueles que conseguem fazer apenas o que se manda”
Cyrus H.K. Curtis – Escritor americano

“Tenha a coragem de fazer o contrário do que todos estão fazendo sempre que achar que essa é a coisa certa e mais inteligente a fazer.”
Autor desconhecido

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012


Posted: 24 Jan 2012 04:00 AM PST
Investir em marketing é importante, seja qual for a empresaConstituir uma empresa, por menor que ela seja, ficou mais simples de uns anos para cá, mas isso não quer dizer que seja uma moleza abrir um empreendimento e ganhar rios de dinheiro em dois ou três meses. Além de criar a empresa, o empresário terá de geri-la da forma certa para que os resultados esperados sejam obtidos.
Por conta dos custos inerentes à abertura e preparação de uma empresa, geralmente o gestor foca seus esforços em contratar pessoal, comprar equipamentos e atender às exigências legais de cada tipo de empreendimento. Ok, tudo pronto, só falta o cliente vir. Mas nem sempre ele vem como se espera, justamente por conta de não ter sido reservada verba para uma parte da empresa que não pode nunca ser esquecida: o marketing.
Aparecer clientes na empresa para comprar seus produtos ou serviços ou apenas visitá-la é algo natural, mas depende muito da localização da empresa. Se ela fica no térreo de um prédio, sua visibilidade é boa e várias pessoas passarão em sua frente. Se está dentro de um shopping, também há grande possibilidade de fluxo de clientes. Mas, e se a empresa está no último andar de um empresarial? E se ela estiver numa rua onde não passa quase ninguém? Falência certa? Não necessariamente.
Investimentos em marketing compreendem não apenas fazer um monte de panfleto e sair distribuindo por aí. A identificação do mercado onde se está atuando, a estratégia para captação de clientes, formação de parcerias, promoções especiais de inauguração e outras táticas são importantes para colocar uma empresa iniciante e desconhecida para gerar lucro.
A ilusão de alguns empresários que creem ser suficiente abrir uma empresa que os clientes inevitavelmente virão e continuarão vindo é um dos fatores que provoca o fechamento de vários negócios em pouco tempo após iniciados. É aí que o marketing entra: um bom investimento em marketing ajudará a aumentar as chances de sucesso da empresa, acelerar seu crescimento e destacá-la dentre os concorrentes. Mas sem investir o mínimo suficiente, não dá, né?
Se você tem uma empresa que depende da sorte para que o fluxo de clientes será satisfatório, passe a pensar em investir em marketing. Converse com um consultor, com outros empresários mais experientes, vá no Sebrae, enfim, procure informações de como fazer um determinado investimento em marketing trazer três ou quatro vezes mais o valor investido. Verá que valerá muito a pena!

Conflito de gerações no mundo virtual


Serviços será o setor mais promissor de Marketing em 2012

Levantamento realizado pela Michael Page com dois mil executivos no LinkedIn aponta as frentes de trabalho mais propícias a gerar oportunidades este ano

Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing | 24/01/2012

leticia@mundodomarketing.com.br

O setor de Serviços será o mais promissor para os profissionais de Marketing em 2012. É o que diz um levantamento realizado pela Michael Page com dois mil profissionais de nível executivo em uma enquete no LinkedIn. Segundo o estudo, metade dosparticipantes acredita que o setor será o maior empregador de profissionais da área este ano.
Em segundo lugar aparece o Comércio (15%), seguido por Indústria e Agronegócios, ambos com 10%. Há ainda 15% que acreditam que todos os setores contratarão mais pessoas ligadas ao Marketing. O setor de Serviços já representa uma parte importante do PIB Nacional e abrange diversas frentes, como Inteligência de mercado, CRM, Comunicação e Eventos. A Michael Page acredita que a amplitude do mercado possibilita o surgimento de maiores oportunidades.
Michael Page,pequisa profissionais de Marketing,Serviços

Adidas lança Pegada Sustentável e amplia portfólio de ações ambientais

Programa pretende impactar os consumidores com o conceito de responsabilidade ambiental. Clientes poderão levar calçados descartados nas lojas da marca e transformá-los em energia

Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing | 25/01/2012

leticia@mundodomarketing.com.br

Adidas,Pegada sustentávelA Adidas lança o programa Pegada Sustentável com o objetivo de engajar o consumidor em suas atividades ambientais e dar um destino correto aos produtos no fim do seu ciclo de vida. O projeto reforça o posicionamento da companhia ligado a questões sustentáveis e visa minimizar os impactos causados no meio ambiente pelo descarte inadequado dos calçados esportivos.
A iniciativa nasceu a partir de uma necessidade da empresa de falar diretamente com o público sobre conscientização e disseminação dos princípios da marca. Com o projeto, a Adidas busca atingir os três pilares da sustentabilidade, pelo aspecto econômico, social e ambiental.
“Nossa ação, economicamente, auxilia na construção da imagem da Adidas diante do público. Socialmente, mobilizamos os consumidores conversando com eles sobre uma atitude cada vez mais necessária na sociedade em que vivemos e a iniciativa impacta principalmente o meio ambiente. Os calçados descartados, ao invés de irem parar nos lixões ou nas ruas, serão levados para fábricas com intuito de gerar energia”, diz Fabiano Lima, Diretor de Relações Institucionais e de Sustentabilidade da Adidas Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Ativação dos consumidores
O Pegada Sustentável surgiu como um meio de aumentar o relacionamento da marca com os consumidores e também incentivá-los a praticar atividades de cunho sustentável. O programa lançado ontem, dia 24, já está presente em sete lojas e 11 outlets da Adidas na grande São Paulo e capital. Em março, o projeto chega às demais 84 lojas da marca em todo o Brasil.
Para promover a iniciativa, os pontos de venda receberão decoração especial, com elementos visuais da ação, como cadarços verdes, com o propósito de incentivar os consumidores a reciclarem, além de comunicados nas redes sociais da empresa. A Adidas também investiu no treinamento de 400 colaboradores para conversarem com os visitantes nas lojas e explicarem as etapas da ação.
“Temos um trânsito muito grande de consumidores em nossas unidades ao longo do ano e queremos levar para estas milhares de pessoas conteúdo de sustentabilidade. Conseguindo este objetivo seremos também  uma empresa responsável por uma mobilização nacional de pessoas”, declara Lima.
Para garantir o descarte adequado do calçado, o usuário poderá entregar o produto sem condições de uso, de qualquer marca, nas lojas Adidas. O cliente assinará um termo de doação do material para a reciclagem e, em troca, receberá um brinde. Em São Paulo, nos três primeiros meses, a “recompensa” será um ingresso para visitar o Museu do Futebol, no Pacaembu. Cada cidade, entretanto, terá uma opção para os consumidores.Os produtos entregues nos pontos de venda serão encaminhados para a empresa de logística reversa e gestão ambiental RCRambiental. A parceira da Adidas será responsável por descaracterizar as peças e transportá-las até o destino final, onde os calçados serão transformados em combustível para alimentar fornos de cimento. O mecanismo possibilita o reaproveitamento integral dos produtos como fonte de energia.
Posicionamento sustentável
O lançamento do novo programa reforça a plataforma de atividades realizada pela Adidas em busca de uma produção menos danosa ao ambiente. O Better Cotton, por exemplo, é uma iniciativa da marca de utilizar nas roupas um algodão produzido com menos água e pesticidas no plantio. A companhia planeja até 2015 usar o material ecológico em 40% de sua produção e, três anos depois, o objetivo é que o algodão seja utilizado em 100% dos produtos.
O material faz parte de uma plataforma de design e produção sustentável da empresa chamado Lugar Melhor (Better Place), em referência a um mundo melhor. O conceito faz relação com as práticas de utilizar menos matérias e substâncias nocivas na fabricação das peças, que compreendem poliéster reciclado de garrafa Pet, tecidos sintéticos livres de solventes, tecel, couro com tingimento certificado e um polímero biodegradável à base de milho, além do algodão orgânico.
A companhia também possui programas sociais ligados a ONGs para incentivar as práticas esportivas como um meio de educação de crianças e adolescentes. “A Adidas tem várias iniciativas que compõem uma cadeia de valor mais sustentável para a marca. Principalmente no design dos nossos produtos, em que utilizamos menos materiais e mais leves, e nos processos de fabricação, em que são usadas substâncias menos nocivas à natureza. Percebemos, no entanto, que estava faltando alguma ação que contagiasse o consumidor e assim surgiu o Pegada Sustentável”, conclui Lima.